sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Rosinha e Seus Amados! Entre os Fãs e as Milícias de Admiradores Terroristas da Adolescência em 1940 (Atualizado - Dentro do quadro as palavras)

Em claras noites de lua

Eu vejo do meu sobrado

Da esquina que da pra rua

Rosinha e seu amado

Porém se uma nuvem passa

Eu passo ao não ver mais nada

Mas pelos suspiros que dão

A festa vai animada

Tibi tibi tibi dão!

Quando a nuvem passa pelo meu sertão!

Tibi tibi tibi dão!

Quando a nuvem passa pelo meu sertão!

Letra de: Mazinho e Rossininho

(Esmar de Albernaz Crêspo e seu amado primo Rossini de Albernaz Júnior)

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História breve:


Numa rua famosa da Tijuca, ficava a Farmácia do Dr. Rossini Albernaz e Dona Guiomar Albernaz.

Nesta loja que não era numa esquina, pelo sobradão, dava para assistir na esquina Rosinha, uma jovem linda com umas protuberâncias avantajadas e muito admiradas na época e que já colecionava uma ou várias milícias de admiradores terroristas que a seguiam de dia e de noite. Pois bem... e lá na esquina estava a jovem e seu namorando curtindo aquele céu estrelado!

Mas no Rio de Janeiro, o tempo é uma incógnita. E um luar maravilhoso pode facilmente desaparecer entre nuvens. E isso era bem mais comum do que se imagina.

Então a garotada, o milícia de fãs e admiradores terroristas logo ficavam tentando adivinhar ou descobrir os eventos ali naquele momento de baixíssima visibilidade!

E os suspiros, diziam as más línguas eram a tônica maior da relação beijos-abraços.

E foi então, que dois gaiatos, arrumaram um violão e sem saber uma só nota do digno aparelho, se puseram na janela-sacada do sobrado da família de Rosinha e ali faziam, não uma só vez... foram diversas, apresentações tipo SERENATA. E cantarolando ou cantando-enrolando a letra acima, de quando em sempre precisando fugir do pai da Rosinha, não por medo de agressão, mas pelos baldes de água que eram arremessados em suas direções!


E assim, cresceram sonhando e cantando a Rosinha! Lá pelos idos dos anos de 1940

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