Em claras noites de lua
Eu vejo do meu sobrado
Da esquina que da pra rua
Rosinha e seu amado
Porém se uma nuvem passa
Eu passo ao não ver mais nada
Mas pelos suspiros que dão
A festa vai animada
Tibi tibi tibi dão!
Quando a nuvem passa pelo meu sertão!
Tibi tibi tibi dão!
Quando a nuvem passa pelo meu sertão!
Letra de: Mazinho e Rossininho
(Esmar de Albernaz Crêspo e seu amado primo Rossini de Albernaz Júnior)
===========================================================
História breve:
Numa rua famosa da Tijuca, ficava a Farmácia do Dr. Rossini Albernaz e Dona Guiomar Albernaz.
Nesta loja que não era numa esquina, pelo sobradão, dava para assistir na esquina Rosinha, uma jovem linda com umas protuberâncias avantajadas e muito admiradas na época e que já colecionava uma ou várias milícias de admiradores terroristas que a seguiam de dia e de noite. Pois bem... e lá na esquina estava a jovem e seu namorando curtindo aquele céu estrelado!
Mas no Rio de Janeiro, o tempo é uma incógnita. E um luar maravilhoso pode facilmente desaparecer entre nuvens. E isso era bem mais comum do que se imagina.
Então a garotada, o milícia de fãs e admiradores terroristas logo ficavam tentando adivinhar ou descobrir os eventos ali naquele momento de baixíssima visibilidade!
E os suspiros, diziam as más línguas eram a tônica maior da relação beijos-abraços.
E foi então, que dois gaiatos, arrumaram um violão e sem saber uma só nota do digno aparelho, se puseram na janela-sacada do sobrado da família de Rosinha e ali faziam, não uma só vez... foram diversas, apresentações tipo SERENATA. E cantarolando ou cantando-enrolando a letra acima, de quando em sempre precisando fugir do pai da Rosinha, não por medo de agressão, mas pelos baldes de água que eram arremessados em suas direções!
E assim, cresceram sonhando e cantando a Rosinha! Lá pelos idos dos anos de 1940
Show
ResponderExcluirShow
ResponderExcluir